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 R&C - Novo Astral (Tópicos: Auto-ajuda.)

Auto-ajuda...

POR QUE OCORREM OS TRIÂNGULOS AMOROSOS?
(Relato)

É grande o número de homens e mulheres que vêm ao meu consultório, cujos relacionamentos amorosos não atam e nem desatam, principalmente nos casos que envolvem os triângulos amorosos.
“Por que tenho que dividir o meu marido com a amante dele? Não consigo me desvincular dele”.
“Por que como amante não consigo sair desse relacionamento sabendo que não vai me levar a lugar algum”?
“Não consigo me definir entre a minha esposa e a minha amante. Por que essa dificuldade”?

Estas são as perguntas mais freqüentes feitas pelos envolvidos nessas tramas amorosas.

Ao passarem pela Terapia Regressiva Evolutiva (T.R.E.) , descortinado o “véu do esquecimento” do passado (Barreira da memória - mecanismo de defesa da mente - que se manifesta no ser humano em forma de amnésia e que não o deixa acessar, lembrar as vidas passadas), suas perguntas são respondidas.
Desta forma, se conscientizam que o triângulo amoroso não é resultado de um encontro fortuito, onde os envolvidos se agruparam ao acaso - fruto da fatalidade -, mas sim de um relacionamento cármico trazido de uma existência passada.
Em verdade, o(a) amante não caiu de pára-quedas na vida do casal, mas por afinidade cármica; melhor explicando, por um compromisso, um débito cármico contraído pelos envolvidos numa vida passada.
Neste sentido, o triângulo amoroso em questão atende a uma finalidade de repararem prejuízos causados no passado entre os envolvidos, propiciando a todos uma oportunidade de aprendizagem.

Caso Clínico - Somos Almas Gêmeas
Mulher de 35 anos, solteira.

Veio ao meu consultório querendo respostas às seguintes perguntas:
1º) Por que o triângulo amoroso entre ela, o namorado e a amante dele?
2º) Por que não tinha forças, não conseguia se separar, se desvincular dele?
3º) Por que o seu namorado, apesar de amá-la, não conseguia se desvincular da amante?
4º) Por que o namorado, sempre que se propunha a ir morar com ela (sem casar), começava a brigar, ambos se desentendiam e acabava não dando certo?
5º) Por que atraiu para si um homem alcoólatra?

Ao regredir, relata:
“Vejo na minha frente uma luz azul que se expande e diminui... essa luz me acompanha no meu cotidiano há muito tempo e, mesmo de olhos abertos, vejo-a de vez em quando”.

- Pede a essa luz se identificar - é feita a pergunta a paciente.
“Ela diz que é a minha protetora (mentora espiritual - que é um espírito desencarnado responsável diretamente pela nossa evolução espiritual). Não a vejo direito, mas tenho a impressão de que é uma mulher”.

- Pergunte se ela tem algo a lhe dizer ou mostrar em relação ao seu problema amoroso - peço à paciente. Ela me diz:
“Os dois (meu namorado e a amante dele) numa vida passada eram noivos e iam se casar, mas ele gostava de mim e eu era casada. Eu lhe dizia que iria deixar o meu marido para ficar com ele; no entanto, acabei não deixando o meu marido.
Quando ele ia se casar, não o deixei porque sabia que ele gostava de mim. Ele ficava atormentado, perturbado, porque lhe dizia que iria deixar o meu marido pra ficarmos juntos, mas acabei não fazendo isso“.

- Pergunte à sua mentora o motivo de você não ter largado o seu marido...
“Ela fala que eu tinha uma vida tranqüila com o meu marido, uma boa vida, riqueza e, com ele (namorado da vida atual) corria riscos de ficar na miséria, pois não me oferecia segurança, apesar de amá-lo na ocasião. Não obstante, não o deixei se casar com a noiva dele. Nós nos encontrávamos furtivamente.
A minha mentora diz ainda que ele chegou a construir uma casa a duras penas para morarmos juntos, porque eu prometi que iria deixar o meu marido, mas não cumpri o que havia dito. Ele entrou em desespero, começou a beber, largou tudo o que tinha, ficou perambulando pelas ruas e se tornou um alcoólatra.
Sua noiva (amante da vida atual) foi quem o ajudou nessa vida passada, tirando-o da rua. Ela o acolheu, deu-lhe um banho, cuidou dele com todo carinho. Embora tivesse mágoa dele por tê-la abandonada, foi ela a tirá-lo da sarjeta, cuidando dele.
Fala que essa experiência passada o marcou muito e explica o porquê dele não se firmar comigo na vida atual. Ele tem medo de que o abandone novamente como fiz nessa vida passada. Fala ainda que ele traz como resquício o vicio do alcoolismo na vida atual, pois entrou em desespero naquela existência passada quando o abandonei.
Explica que esse triângulo amoroso se iniciou só nessa encarnação passada, mas o nosso relacionamento vem de várias encarnações, é muito antigo, desde o início da vida eterna. Em verdade, somos a mesma alma, que se dividiu para evoluir. Portanto, viemos de uma mesma alma, somos almas gêmeas”.

- Pergunte-lhe o que você precisa aprender nesse triângulo amoroso?
“Redimir com ele, pois atrasei a evolução dele”.

- De que forma? - Pede-se a paciente.
“Compartilhando uma vida a dois (morando com ele na vida atual), daquilo que ele me ofereceu e não aceitei naquela vida passada - a casa que fez para nós morarmos - e, desta forma, aprendermos juntos as lições da vida”.
(A paciente compreendeu também a razão do namorado lhe dizer constantemente na vida atual que estava construindo - novamente - uma casa, mas para ele e não para morarem juntos. Portanto, fazia questão de frisar esse detalhe, e isso a magoava muito).

“A minha mentora me lembra que em várias encarnações deixamos de morar juntos, portanto, não só naquela vida passada.
Esclarece ainda que em outras existências passadas, alternamos os papéis sexuais para que o meu espírito se esclarecesse, entendesse que era preciso viver com ele. No entanto, o poder (dinheiro, segurança material) deslumbrava o meu espírito.
Ela afirma que o meu namorado, mesmo nos papéis invertidos em outras vidas, nunca teve grandes fortunas e, como eu gostava de luxo e os meus parceiros sempre me proporcionavam isso, me recusava a viver com ele. Buscava sempre o conforto material que ele não me proporcionava”.

- Pergunte à sua mentora espiritual o que é preciso fazer para que - desta vez na vida atual - vocês possam morar juntos...
“Ela revela que esse triângulo amoroso vai acabar.
Fala que o resgate dele com a amante já está chegando ao fim. Explica que ele está proporcionando-lhe conforto, viagens, passeios para alegrar o coração dela por tudo o que ela lhe fez naquela vida passada. A minha mentora me lembra que, enquanto ela o acolhia com carinho, eu debochava da situação dele pensando sobre como um homem bêbado podia ser o meu amor... deixando a minha riqueza para ficar com ele? Nunca!
Achava um absurdo trocar o meu conforto material pelo que ele me oferecia. Mas reitera que o resgate entre eles está por terminar.
Mesmo assim, ela me diz que tem ainda muita coisa por fazer: ele precisa limpar o seu coração, pois guarda muita mágoa, ressentimento pelo que fiz naquela existência passada”.

- Pergunte-lhe o que é necessário para limpar o seu coração?
“Orar por ele, mandar muita luz para que ele se harmonize e tenha paz.
Só dessa forma para resgatar o meu débito com ele. No entanto, ela diz que o nosso amor é recíproco, infinito”.

Na sessão seguinte (era a 4ª sessão), a paciente veio bastante eufórica e, ao mesmo tempo, atônita.

Ela relata o seguinte: “O meu namorado veio em casa machucado, todo arranhado”.
Perguntei-lhe o que havia acontecido...
“Irritado, falou que não queria tocar nesse assunto. Mas eu insisti e ele me disse que tinha brigado, discutido com ela (amante) e decidiu que não queria saber mais dela. Em seguida, vi em seu carro seus pertences pessoais (roupas, sapatos, escova de dente, etc)”.
- Ele havia retirado todos seus pertences da casa dela.
“Eu estava surpresa, pois a minha mentora na sessão anterior (uma semana antes) havia dito que o resgate cármico entre os dois estava chegando ao fim, mas não imaginei que fosse tão rápido”.

Ao regredir novamente, sua mentora espiritual lhe disse:
“Na verdade, o relacionamento entre os dois era para terminar de uma forma mais suave, pois já estava chegando ao fim.
Ela (a amante) ainda irá procurá-lo, mas ele não vai mais querer saber dela.
Esse triângulo amoroso é uma página virada em sua vida, cuida de seu amor”.

- Pergunte-lhe em relação ao nosso tratamento, se devemos continuar ou não? - Peço à paciente.
“Ela diz que foi o suficiente o que eu precisava saber nessa terapia (T.R.E.), e que o meu papel (referindo-se a mim enquanto terapeuta) foi exemplar para que nós, como almas gêmeas, seguíssemos em nossa caminhada, pois estávamos nos desvirtuando novamente de nossos propósitos de vida”.

- Pergunte à sua mentora se o seu namorado irá morar com você?
“Ela diz que ainda irá demorar um pouco para nós casarmos, mas veladamente ele já está me assumindo. Fala para eu me tranqüilizar, pois não há mais quem possa nos separar daqui para frente.
Fala que estará sempre comigo me protegendo e me orientando, mas pede para prestar mais atenção na minha intuição, pois ela sempre me dá dicas constantemente.
Diz que através dos meus sonhos irá também se comunicar comigo, passando suas mensagens. Antes de dormir, me orienta para pedir à minha alma lembrar de meus sonhos, ao afirmar categoricamente que irei lembrar deles”.

Após passar pelas 4 sessões de regressão, a paciente estava mais tranqüila,autoconfiante e também mais esperançosa e otimista em relação à sua vida afetiva, pois havia se conscientizado de seu passado, bem como de seu propósito de vida.




A REGENERAÇÃO DO DINHEIRO NO MUNDO SEGUNDO A ESPIRITUALIDADE.

Venho tentando chamar-lhes a atenção sobre este assunto e compreendi a reação que provocaria nas pessoas incoerentes. Primeiro tratarei de alguns comentários antagônicos e enumerarei tais comentários, mas sem me estender sobre eles, pois são de pouca importância porque provêm de pessoas que não possuem nenhuma compreensão do fator dinheiro ou de seu significado; portanto, suas opiniões são de caráter parcial e sem importância

1 – O comentário foi que espiritualistas não têm que se ocupar do dinheiro e nem dar-lhe importância.
O que na realidade eles querem dizer com esta generalização sem sentido é que, ao homem espiritualmente orientado, não deve interessar-lhe o dinheiro no sentido egoísta.

Por causa desta miragem o trabalho espiritual para a humanidade foi descuidado e muitas vezes não foi sequer realizado. A vida divina inclui o plano físico e a palavra espiritual pode ser empregada em toda atividade cujo fim seja correto, sendo que as atitudes de pessoas imaturas paralisam e criam obstáculos à difusão da sabedoria.
Tais pessoas são capazes de direcionar grandes somas de dinheiro em atividades como cinema, consumo de bebidas, guloseimas, vestuário, jóias, (um negócio perfeitamente lícito), contudo, a tarefa de socorrer a humanidade, impulsionada pela Hierarquia, continua obstruída por falta de fundos.

2 – Outro argumento baseia-se no fato de que o Cristo e Seus Discípulos, o Buda e Seus seguidores, não deram importância ao dinheiro nem insinuaram que os interesses materiais devem desempenhar um papel na vida do verdadeiro discípulo.
Quero lembrar-lhes que estes dois grandes expoentes da Sabedoria Divina, suas filosofias condicionadoras e Seu destino de salvadores do mundo, viveram em países orientais onde as necessidades materiais do momento eram insignificantes e pouco se comprava, então, fora o alimento e o vestuário. Também se sabe que o Cristo, quando necessitava de dinheiro ou seu equivalente, empregava seu poder criador; quando o Buda necessitava ia de porta em porta com sua tigela. Esses fatos são mencionados nas escrituras e a Igreja Cristã perpetua a utilização desta tigela em forma de "esmoleira", em cada serviço religioso.

3 – Outro argumento antagônico aparece na afirmação de que o “dinheiro é mau”, e que se acha nas mãos de homens perversos e que todo sistema financeiro está sob seu poder. Por isto o espiritualista acredita que nada tem que fazer com ele e recusa contaminar-se ou administrá-lo em quantidade. O dinheiro NÃO é maldito. O amor ao dinheiro e seu equivalente na matéria são perversos e esta distinção muitas vezes é esquecida. Os Mestres assumem a postura de que o egoísmo humano provocou a presente situação financeira e que os verdadeiros espiritualistas estão encarando o problema de fazer surgir a ordem no presente caos econômico e restabelecer, assim, correção e equilíbrio no uso do dinheiro; algo que, atualmente, não existe.

Não somos suaves idealistas que desejam ajudar a humanidade e estão na expectativa de que surgirá algum poderoso agente divino. Nós mesmos, em vidas anteriores, tivemos muito dinheiro e poder financeiro. O fator dinheiro, as finanças mundiais, os bens e a forma de adquiri-los são mais familiares para nós do que para a maioria dos que lêem minhas palavras.

Os homens devem resolver seus próprios assuntos, inclusive o atual caos financeiro; nós não interferiremos. Quando a humanidade ajustar seus próprios erros para iniciar os passos necessários e encaminharem o dinheiro mal empregado para fins corretos, fins que nos auxiliam a divulgar Nossas mensagens de paz e sabedoria, então se realizará o objetivo da Hierarquia, porque sua solução terá saído do mais profundo do coração humano, ajudada pela inteligência humana.

Pedimos sua ajuda a fim de eliminar essa dificuldade, apresentando o ponto de vista para a nova era vindoura, preparando os homens para o reconhecimento da reaparição do Cristo, espiritualizando essa energia cristalizada que se denomina dinheiro.

Aqueles que compreenderem que a mudança dos fins, produzirá a fusão que fará aparecer o “Nobre Caminho do Meio” de Buda, entenderão que a utilização dessa energia espiritual chamada "dinheiro" é a direção do pensamento construtivo que tanto desejamos.




O MAL NÃO É REAL.

(O que é o mal?)

Vivemos num sistema dual - claro que aceito por nós - em que temos que viver e se associar com a experiência de vida do planeta, para que possamos mudá-lo. É como se tivéssemos que nos submeter às regras para depois transformá-las em algo melhor. Algumas pessoas, em especial, encarnam nessa realidade de dualidade, vivendo as suas dificuldades para elevar-se e conseqüentemente empurrar o planeta para a sua ascensão. São os chamados “Guerreiros da Luz”. Parece história de super-herói infantil, mas não é. São pessoas que aqui vieram para entrar na Roda do Carma e tirar o planeta da subserviência das forças involutivas ou governo paralelo ou o que quisermos chamar. Essas pessoas, e aqui cito uma delas, Sérgio Scabia, do somostodosum, são sistematicamente bombardeadas por uma carga negativa para desestimular o seu caminho que é informar e lançar luz à humanidade. Muitas delas deixam de viver as suas vidas pessoais para dedicar-se exclusivamente a isso.

A verdade é que estamos aprisionados por mecanismos de controle externo dessas forças, através de implantes e dispositivos de limitação espiritual que bloqueiam seu progresso para a plena auto-realização, colocando vendas e criando falsas realidades em sua consciência e, portanto, limitando o seu acesso para seu Eu Superior. Esses implantes ou dispositivos são padrões cármicos individuais ou coletivos (por isso nascemos numa família, numa cidade, num país com os mesmos). São os arquétipos da humanidade, implantados individualmente, para uma ação coletiva. Em suma, somos tal qual “gado conduzido”. Não precisamos ir muito longe para ver, basta prestar atenção. Televisão, música, internet, mídia, publicidade, contêm um arsenal de manutenção de controle de pensamento e das respostas emocionais da humanidade.

De tempos em tempos (cerca de 26 mil anos),temos a oportunidade de escolher em qual realidade queremos prosseguir. Se a dual (bem x mal) ou a da UNIDADE (em sincronicidade com o EU SUPERIOR). Chegamos na hora da escolha; portanto, estamos no meio de um furacão. Eu, particularmente, por conta da minha missão, tenho recebido uma verdadeira avalanche negativa onde preciso manter firmeza desde a hora em que acordo até a hora de dormir. As forças que nos aprisionam não têm ligação com Deus/Pai/Mãe. Seu poder é através da energia dos seres humanos, mesmo sendo criados por esse mesmo Deus, exercem o livre-arbítrio e nos induzem à ilusão para sentirmos dor e sofrer. Esse “holograma” produzido por eles é que conduz a humanidade a buscar, desenfreadamente, bens materiais como forma de satisfação pessoal, criando uma competição e conseqüente separação entre nós todos. Nascemos e crescemos com a ilusão de que “temos que dar certo”.

Os grupos principais, os nossos dominadores, com os quais nos defrontamos aqui são chamados de Grays, os Reptóides e os Dracos.

Os Reptóides se infiltram nas “canalizações” e fazem muitos passarem vergonha com premonições que não se realizam. Há de se ter muito cuidado, pois se deixar, eles se aproximam do canalizador (trazendo um boa energia pra confundir) e o fazem acreditar em suas boas intenções. Alguns Reptóides podem até já ter passado para a luz e ingressado na Federação que ajuda a Terra a se libertar, mas não temos segurança se isso é real.

Os Dracos são os engenheiros malignos do controle de massas neste planeta. Eles estão por trás do controle e limitação de recursos neste mundo. Eles são originários do planeta Draconis, no Setor de Órion e foram as oposições no Conflito original de Órion. Promovem o satânico e a magia negra.

Já os Grays são avançados tecnologicamente, mas como raça perderam seus próprios corpos emocionais através da manipulação genética. Eles buscam a energia emocional que os humanos possuem. Eles enganam os canalizadores de informação extraterrestres, fazendo-os acreditarem naquela verdade e muitas vezes fazendo-os cair no descrédito. Querem formar uma raça híbrida GRAYS X HUMANOS. Eles são os implantadores do famoso “chip”, pois detêm um tecnologia avançada pra isso. Usam máquinas que estão falsamente associadas à cura, facilitando assim um controle de massa já tão bem exercido pelos engenheiros dracos.

Esses implantes são carma de alma que carregamos de uma encarnação a outra. São alimentados e reafirmados por algumas seitas e religiões, culturas e leis. Isto inclui qualquer uma que utilize o controle mental e o medo para reforçar a manipulação de seus membros. Quando você entra para qualquer seita ou religião que faz voto de fidelidade, pode estar autorizando esse implante ser feito em você. Esse implante, então, é colocado em seu corpo sutil que o acompanha em todas as encarnações, como se fosse uma coleira.

Mas isso já vem desde a Lemúria e a queda de Atlântida quando se disseminou, definitivamente, essa forma de controle. Controle que não nos permite sermos Unos com o Universo e com Deus. Separou-nos Dele como forma de nos manter na dualidade. Perdemos a nossa força como seres co-criadores e acreditamos que ela, a força, esteja do lado de fora. Elegemos gurus, líderes, comandantes e nos conduzimos pelo que eles dizem. Não que muitos não sejam bem intencionados, mas definitivamente não podem reger a nossa vida. Nós somos os maestros e roteiristas de nossa vida na Terra e não podemos delegar isso a ninguém.

Percebemos quando reprogramamos as matrizes de nascimento, votos de fidelidade ou de subserviência, muitas vezes estagnando a vida pessoal e espiritual da pessoa. Em outras, percebemos que uma das encarnações interfere quase que totalmente na vida atual. Já vi paciente vivendo a influência da reencarnação passada.

Agora você estará se perguntando se tem implantes e como retirá-los.

Numa psicografia que deu origem à limpeza dos 21 dias do Arcanjo Miguel, tem um trecho que diz: “Os implantes de batalhas de dualidade se nomearam com base nas guerras que se deram, tais como: Órion, Sírius, Maldek, Arcturus, Plêiades. Os implantes da história da Terra foram nomeados com base nos períodos de tempo ou sociedades, como os lemurianos e os atlantes. Estes também incluem todas as formas de limitações auto-impostas, impedimentos mágicos, implantes de cristais tridimensionais e os códigos 666 de limitação. Os implantes vivos existem nos corpos mentais e emocionais de suas vítimas e são chamados parasitas do corpo mental ou emocional. Eles podem ser a causa espiritual de muitas enfermidades físicas. Implantes Grays/Reptóides/Dracos são as forças extraterrestres que seguem ativas na Terra e seguem implantando pessoas na forma de ataque psíquico. Podem ser sentidos como dores de cabeça, golpes de energia negativa ou emoções de baixa vibração, movendo-se através de você, prendendo você nos votos de pobreza, castidade e obediência”.

Renunciemos e voltemos ao estado natural divino. Façamos a limpeza dos 21 dias do Arcanjo Miguel e ficaremos livres e complementemos com a oração da abundância, todas encontradas no meu site.

Façam uma proteção constante sempre perguntando ao seu EU SUPERIOR se o que está sendo apresentado a você é a Verdade, inclusive este texto.




ANO NOVO: RENOVAM-SE AS ESPERANÇAS


As pessoas param, dedicam alguns segundos para refletirem sobre suas vidas, seus amigos, familiares. Analisam suas atitudes... (É bem verdade que só alguns fazem isso)...
Reúnem-se em festas, abraçam-se, choram, emocionam-se. Dão presentes. Enviam cartões de Natal. Visitam-se, viajam, tiram férias...

É o cenário mais típico de um Natal bem brasileiro. É a forma como fazemos a passagem - alguns se referem assim ao momento do Ano Novo - mas é a passagem para o nada, porque tudo fica, depois da festa, como era antes.

É muita emoção... Mas é só isso. Porque logo em seguida todos voltam à rotina de suas vidas e as esperanças se anulam e logo morrem. Continuamos sendo o que sempre fomos. Perpetuamos nossas ações e, paradoxalmente, queremos colher novos frutos.

Não nos damos conta, provavelmente pela emoção que nos toma no momento, que nossas esperanças precisam de NOVAS atitudes e estas, as atitudes, por sua vez, precisam ser precedidas de novos e avassaladores pensamentos. Os conceitos precisam mudar.

É preciso, para que o ano novo seja efetivamente novo, e que assim saia do calendário e se renove, que pensamentos desabrochem em estado de novidade.
Poucos se dão conta que são hoje o resultado de suas decisões até este momento.
A intenção de mudar é fantástica, mas o que realmente faz a diferença são as nossas atitudes.

Assim, para mudar, não é preciso estar no Final de mais um ano. Não pode ser uma ação só do calendário gregoriano. Tem que ser uma nova forma de encararmos a nossa vida. É preciso olhar mais para o nosso interior e menos para o nosso bolso.

Só assim, teremos uma nova vida.
Quer mudar? Mude suas atitudes.
Quer ter novas atitudes? Mude seus pensamentos.
Só assim poderemos dizer que estamos criando uma nova realidade em nossos corações e almas.
É uma ação hipócrita lembrar das pessoas que fazem a diferença em nossas vidas, somente em uma festa, em um determinado momento do ano, ou em um velório.
Vamos usar este momento para a grande virada, a grande mudança.
NAM-MYOHÓ-RENGUE-KYÓ.



DICAS PARA SE ESTAR AQUI E AGORA TOTALMENTE LÚCIDO.


Perguntas para se fazer constantemente:
Estes são exercícios aparentemente simples e que devem ser feitos a principio de modo ininterrupto, até que a presença a percepção do sentido exposto se torne uma constante. Outro ponto importante a se comentar é que exercícios que aprimoram a qualidade da nossa presença consciente nas nossas vidas requerem persistência. Qualquer mudança de padrão requer um esforço inicial, faça-o então de modo leve e com prazer. Encare este tipo de movimento como um exercício de lucidez escolhido por você na aventura da jornada da sua consciência aqui no planeta terra. Se você fizer os exercícios de modo solto, porem comprometido, verá que todos os seus processos serão acelerados. Além de tudo isso exposto e não menos importante, atente que você se tornara cada vez mais ciente de si mesmo e será incitado a mudar o contexto de situações que não te agradam para melhor, ao mesmo tempo que também se beneficiara ao sentir com mais intensidade lugares seus que já são reconhecidamente bons.
Em resumo, se escolher fazer estes exercícios, prepare-se para vivenciar infinitas possibilidades de uma orquestra onde você é o maestro.

1) O que significa esta cena/contexto?
- No momento em que você estiver experenciando uma situação, pare por um momento, observe a cena que está vivenciando e pergunte qual é o significado que a mesma tem para você. Saia da lógica imediata e vasculhe o que envolve o segmento por você delineado. Tudo o que se faz pode servir de exemplo: - Se você está vendo uma paisagem, pergunte o que significa esta paisagem para você. saia do lugar comum. Perceba com maior nitidez o que está sentindo e o que pode estar simbolizando por dentro tal vivência. Se estiver em contato, conversando com outra pessoas, se estiver indo ao cinema, etc, todo e qualquer segmento do seu dia é passível deste questionamento. Pergunte-se sem criticas ou julgamento e deixe vir o que tiver de vir. Veja se está confortável na experiência/segmento que está vivenciando.

2) Quem é você?
- Porque você esta comigo nesta cena? O que você significa para mim, o que você representa e por quê? As minhas sensações para com você têm a ver com a representação que você tem para mim ou/e tem significado de realidade concreta com o que você realmente estimula?

3) O que estou fazendo aqui? Por que?
- Faz sentido para mim estar aqui? Porque, e dependendo da resposta, pergunte-se qual é o seu desejo genuíno. Atente que não poucas são as vezes em que as pessoas estão fazendo coisas que nem têm a obrigação de fazer e não se dão conta de que estão insatisfeitas, agem por hábito, mesmo que infelizes. Se você perceber que este é seu caso em alguns dos segmentos de seu dia... acorde! A partir desta percepção estará apto a tomar as rédeas de sua vida e decidir com maior clareza o que de fato é bom para você.

4) Em qual tempo estou?
- Esta é uma pergunta capciosa e requer mais atenção. Por mais incrível que possa parecer, podemos estar vivenciando uma situação em meio a um montante emocional, impulsos, sentimentos, pensamentos e, se nos questionarmos, por vezes poderemos nos surpreender ao percebermos que, ou estamos exagerando em tudo, ou nos inibindo. Se você estiver com a mente aberta, esta pergunta poderá te levar a lembranças suas em situações passadas onde, sem que você perceba, está fazendo associações e reagindo de modo semelhante no evento atual. Então você percebe que a sua ação está situada, por exemplo, dez anos atrás... Ou mesmo ampliando ainda mais, você até pode pensar que está num tempo futuro seu, respondendo ao evento como se já tivesse conquistado ou perdido algo. A grande questão, porém, é que os tempos estão todos entrelaçados, onde presente, passado e futuro fazem parte de uma mesma trama emocional A chave é você associar as imagens e simultaneamente perceber o status emocional evocado.

5) Estou físicamewnte neste local? Qual a minha distância em camadas? Qual a qualidade da minha presença neste local?
- Estas são perguntas aparentemente sem sentido para um observador que tem costume de não estar “fisicamente” nos locais que experiencia. Você deve estar se perguntando como isso pode ocorrer, indagando ainda se está ou não no local... Mas dentro deste tipo de questionamento verá que as coisas não funcionam organizadas por este tipo de pensamento. Todos nós em algum momento já passamos por isso que vou expor agora: Você está participando de um evento qualquer ou de uma conversa e repentinamente imagina-se numa praia, tomando água de coco. Então percebe que deixou de ouvir e de participar da cena em que supostamente você estaria vivenciando de modo físico. Se avançarmos por teorias da física quântica, é sabido que acendemos e apagamos (estamos piscando) milhões de vezes por segundo, pode ser que nestes segundos estejamos de fato fisicamente vivenciando outras situações em outras realidades, mas isto não temos como provar. Podemos ir mais além e questionar se a visão da estadia na praia é imaginação ou acesso. Não importa, isso foi só uma pitadinha de suposições transcendentes baseadas, como já foi dito, na física quântica. O que importa porém é a pergunta sobre o quanto não estamos presentes na situação e depois uma pergunta subjacente... Por quê? Será que a situação está ruim para mim? Será que eu tenho um vicio emocional de sempre me distanciar das minhas experiências de vida e se for isso aqui, valem mais perguntas a respeito, lembrando que todas as perguntas formuladas neste breve exercício se retroalimentam, isto é, não há uma seqüência hierárquica para os questionamentos.

6) A partir das respostas obtidas, questione-se: O que eu desejo fazer agora? Habilite-se a acontecer no seu melhor.
A sugestão é que estes questionamentos sejam feitos enquanto estivermos “acordados” mas que também podem funcionar de modo mais amplo se você fizer antes de dormir com a intenção de acordar nos seus sonhos, ou como se costuma dizer, para ter sonhos lúcidos em que você pode atuar deliberadamente.

Faça-os várias vezes ao dia, para que os questionamentos passem a ser um hábito de lucidez.



RECLAMAR AJUDA?

O ato de reclamar alimenta a visão negativa dos problemas. Assim eles crescem cada vez mais. Reclamar é uma forma de auto-hipnose: ficamos intensamente convencidos do que dizemos a nós mesmos. Reforçamos a carga negativa de um problema à medida que nos indignamos com ele.

Para cultivar a disposição interna de identificar-se com a solução e não com a confusão, precisamos nos desapegar da ilusão de que ficar com o problema seria uma maneira de ganhar algo que queremos muito.

Para nos libertar do problema teremos que desistir dele. Pode parece até simples demais o que vou dizer, mas faz muita diferença pensar sobre a seguinte questão: “Como seria minha vida sem esse problema? Isto é, o que ganho em dar tanto peso a esta questão”?

Em geral, não nos desapegamos de nossos problemas porque atribuímos a eles um meio importante de expressar a nossa existência: quem somos em relação aos outros e a nossa própria auto-imagem. De fato, um problema reflete tanto a nossa força interior quanto a nossa vulnerabilidade.

Se um problema nos faz sentir fracos, iremos resistir em encará-lo de frente. Reclamar será então um ótimo meio para dar voltas em vez de solucioná-lo. Pode até parecer que ao reclamar estaremos atacando o problema, mas, na realidade, nos tornamos cada vez mais vítimas de um processo sem solução.

Ao passo que, ao decidir encarar nossos problemas de frente, baseados na intenção de nos libertar deles, teremos menos medo ou resistência em nos arriscar diante de novas soluções.

Reclamar é um jeito de justificar que não mudamos porque não sabemos fazer de outro modo. OK, pode ser verdade que se soubéssemos agir de um modo diferente já o teríamos feito. Mas para caminhar em direção à solução e não ficar patinando no problema, teremos que nos arriscar a ver as coisas de outro modo: começando por cultivar a humildade de nos render diante de nossas próprias convicções. Temos que nos desapegar da visão que até então tivemos deste problema! Se esta nossa visão fosse positiva, e nos trouxesse reais benefícios, não estaríamos ainda presos ao problema.

Portanto, é melhor decidir-se por abandonar o orgulho de ter sofrido tanto por algo do que manter-se preso a ele!

Paramos de reclamar quando reconhecemos nosso potencial de gerar mudanças em nosso interior. Como diz Lama Michel: “Em geral nossa auto-imagem é tão estática que achamos que é mais fácil mudar o que está à nossa volta. Mas já sabemos que isso é uma ilusão. Se não podemos mudar as coisas fora de nós, ainda assim temos a liberdade de aceitar viver de maneira diferente uma mesma situação”. Quando mudamos internamente, tudo muda à nossa volta. É a tal velha história: sermos nós mesmos a mudança que queremos ver no mundo.

Todo mundo sabe que a mudança interna não acontece de um dia para o outro. Ela começa quando reconhecemos que reclamar só nos faz aumentar o sentimento de insatisfação e termina quando nos desapegamos da resistência em aceitar a própria mudança.

Ao passo que encontrando força interior pela clareza de pensamento de um novo olhar, diminuímos a resistência em lidar de frente com nossos problemas. Gradualmente nos tornamos mais flexíveis. Quando esta compreensão racional amadurece e aceitamos emocionalmente o novo ponto de vista, sentimos o frescor de um novo bem-estar: um sinal que adquirimos espaço interior.

Lama Gangchen costuma nos dizer: “A natureza positiva da mente é como o espaço infinito. No entanto, ele diminui com a presença dos pensamentos negativos. Se quisermos nos sentir bem, teremos que cultivar pensamentos positivos para relaxar em nosso confortável espaço interior”.



NÃO CONSIGO ME SEPARAR...

Percebi ao longo desses anos atendendo as pessoas, que quanto mais profundamente mergulhamos no sofrimento, mais difícil fica encontrar uma saída. Ficamos perturbados e confusos com as questões que nos aprisionam e o racional parece não bastar para solucionar a dor. No astral tudo isso se manifesta como um grande nó, uma prisão, ou até mesmo como uma enorme teia de aranha consumindo o seu construtor... E nessas horas é que pensar em vidas passadas, em compromissos do passado, faz total sentido. Porque se racionalmente entendemos que uma situação já chegou ao seu limite e não conseguimos uma libertação, só podemos imaginar que deve existir uma explicação espiritual para tudo isso.

Foi nesta sintonia que recebi uma moça morena com aproximadamente 35 anos e dois filhos. Ela estava muito nervosa querendo encontrar um caminho para sua vida. Casada há 7 anos com um namorado da faculdade, se sentia totalmente perdida por ter se apaixonado por um colega de trabalho. O rapaz era honesto como ela, mas nenhum dos dois conseguiu resistir à atração que surgiu logo no primeiro momento em que se viram. Ele logo resolveu sua situação terminando um relacionamento, enquanto ela ficou numa situação crítica, mantendo seu casamento, mas totalmente apaixonada pelo amante.

Tudo isso fiquei sabendo quando terminamos a sessão de Vidas Passadas que mostrou uma mulher que, depois de perder o marido a quem amava muito, abriu mão dos filhos porque não se sentiu capaz de cuidar deles. Na França medieval ela foi morar na casa de uma tia e por lá ficou até arrumar um trabalho, quando conheceu uma pessoa e refez sua história amorosa, porém não trouxe os filhos para morar com ela, deixando as crianças sem o devido amparo. Ela, na época, quis começar uma vida nova e não mediu esforços para isso. De forma inconsciente, mas egoísta, ela pensou apenas em si mesma e achou que abrir mão dos filhos não era nada assim tão terrível. Imaginou até que estava fazendo um sacrifício, pois gostava das crianças. Porém não olhou o assunto sob todos os ângulos que lhe diziam respeito e nem tentou qualquer alternativa...

Hoje ela simplesmente não conseguia sequer pensar em desfazer sua casa. Nas horas em que se decidia pela separação, se dava conta que naquele mês caía o dia dos pais.
“Natal, ano novo, dia das mães... sei o que é isso”, disse eu tentando ajudar. “Parece que quando a decisão é séria temos que observar tudo o que acontece à nossa volta e acabamos dando valor demais ao exterior deixando de lado as coisas mais importantes”.

"......" você não imagina o quanto estou sofrendo, todos os dias penso nesse assunto. Quero começar um diálogo, mas depois fico com pena do meu marido, porque gosto dele e não quero que ninguém sofra por minha causa. Já basta o meu sofrimento... você não viu que abandonei meus filhos no passado?”, perguntou ela em lágrimas.
“Sim, minha querida, mas você não acha que todo mundo já está sofrendo com a sua história atual? Você acha que seu marido não está sofrendo com a sua maneira de agir com ele? Quem você acha que está enganando?”, perguntei da forma mais delicada possível, porque a moça já estava sofrendo demais.
“Entendo o que você está me dizendo por que não consigo disfarçar meu desgosto para com meu marido, mas ainda o amo. Não mais como homem...”, disse ela tentando clarear suas idéias.
"....." você não acha que já está na hora de encarar que não é responsável por tudo o que as pessoas sentem?”
“Queria que tudo desse certo do meu jeito, porque não quero ver ninguém sofrer, essas pessoas dependem de mim...”, disse, se desfazendo em lágrimas mais uma vez.

Olhando para ela pensei em quantas vezes já tinha visto pessoas sofrerem dessa maneira. Sei que realmente amamos as pessoas e nos sentimos culpados por nossas ações, porém aprendi com os mestres que é egoísmo pensar que podemos tomar o lugar de Deus nas soluções... Pensamos que egoísmo é apenas querer coisas, num sentido de posse, mas espiritualmente egoísmo é algo mais abrangente. Somos egoístas quando queremos controlar a vida e é este pensamento que nos aprisiona à culpa. De maneira errônea acreditamos que podemos ter o controle e assumimos um excesso de responsabilidade sobre o mundo à nossa volta. E em determinados momentos simplesmente nos perdemos e nos enroscamos nos nós criados por nós mesmos. Desatá-los pode causar alguma confusão, mas depois a vida vai se abrindo.

“Mentir me faz muito mal, sem nunca ter pensado que estava sendo egoísta. Mas agora, observando o que você está me dizendo, percebo que estou agindo de forma errada. Estou assumindo um peso que já me tirou toda a alegria de viver. Antes eu dominava a minha vida, agora sou dominada pelo medo, pela dor, pela culpa. Não quero mais isso para mim”. Disse ela com certeza para ouvir seus próprios pensamentos.
“Coragem, Porque, por mais que as coisas estejam complicadas agora, ficando consciente de suas atitudes você já está desfazendo os nós. Quando abrimos o coração liberando a culpa tudo melhora. Hoje você está cuidando dos seus filhos e seu marido precisa também ser libertado. Porque não é correto poupar uma pessoa envolvendo-a num mundo de mentiras. Agindo honestamente com ele você vai ajudá-lo a crescer e a se libertar”.

Se você está sofrendo algo parecido como no caso aqui, tente fazer por 21 dias uma meditação de libertação:
Imagine que você está presa(o) num emaranhado de fios e cordas. Imagine, então, que seu Anjo da Guarda se aproxima de você e com sua luz intensa desfaz todos os nós. Você se vê livre, leve e feliz, pronta(o) para seguir sua vida.




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